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Palestra Presença Digital

Tem uma frase de Cora Coralina "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" que tive a oportunidade de sentir na prática.  Como é gratificante você compartilhar um conhecimento e perceber que faz surgir numa pessoa com experiência tão diferente da sua o desejo de buscar novas informações, de ir além daquilo que propomos. Hoje percebi que ensinar é tão prazeroso e que é um caminho que desejo trilhar.

10 anos para frente é muito, para trás pode aparecer como se tivesse sido ontem

Tempo é algo bem subjetivo. E essa noção subjetiva do tempo clareou com a leitura de uma crônica esta semana. Leio desordenadamente, abro em alguma página e leio a crônica, sem compromisso de ordem. Falo do livro “As cem melhores crônicas brasileiras”, organizado por Joaquim Ferreira dos Santos. Mas leia imediatamente a introdução feita por Joaquim F. Dos Santos. Uma verdadeira aula.

A Viúva Clicquot e as probabilidades de Mlodino

Qual a probabilidade de uma mulher viúva, mãe de uma filha em período de guerra torna-se uma empresária de sucesso?

Com o livro “O Andar do Bêbado” de Leonard Mlodino descobri como o acaso pode influenciar nossas vidas. O livro apresenta diversas teorias sobre o estudo da probabilidade e estatísticas - não vou me aprofundar neste tema completamente fora de meu alcance. As histórias e casos apresentados por Mlodino são bem curiosos e nos dá uma aula de história da estatística e da matemática. Com um texto leve e exemplos que nos fazem entender os cálculos o autor nos faz perceber que nem sempre o que parece óbvio é certo. E com explicações matemáticas nos motiva a não desistir, e prova com seus cálculos que o sucesso está muito mais para a persistência que para habilidades específicas.

Eu sou bookaholic?

Eu gosto de livraria e gosto muito do objeto livro. Quando vou a uma livraria, passeio pelas estantes, folheio livros. Se tiver um café, esqueço da hora, da vida e do valor do cartão de crédito no final do mês. Saio satisfeita com os livros folheados, com leitura iniciada, alguns anotados para futura compra e alguns exemplares comprados. Sei que livro é investimento, mas este precisa ser controlado, é preciso também cumprir compromissos bem menos prazerosos,  porém sem saída.  Já contei aqui uma tarde dessas na livraria, ainda quando morava no Rio.

Volto ao tema livraria e livros, agora por outro motivo, uma preocupação minha. Os livros vão acabar? As livrarias vão fechar? Esta minha preocupação veio depois de alguns episódios. Primeiro o fato de descobrir que gosto tanto de livraria que mesmo sabendo que o livro que quero está mais barato na internet, compro na livraria – se a diferença for pequena, algo em torno de 10 reais – para valorizar a livraria e sair já com o livro nas mãos.

Eu participei do Seminário Planejando o Savassi Festival


Moro há cerca de 6 meses em BH e ainda estou me ambientando na cidade, buscando conhecer novas pessoas e fazer contato. Pela newsletter do Café com Letras, um bar, livraria, casa de sohws de jazz muito legal, fiquei sabendo do  Seminário Planejando o Savassi Festival. Não sabia o que ia encontrar, se estaria apta a acompanhar a discussão, mas mesmo assim me escrevi. Já trabalhei há muitos anos com produção teatral, vídeo-clips, comerciais de tv. Seria bom para uma atualização e conhecer o mercado mineiro.

Férias na Lapinha da Serra

Outro dia assistia televisão e o “Saia Justa” estava comentado sobre férias. Quem ainda curte ou consegue férias de verdade? (Ou você considera descansar naqueles hotéis lotados, com música alta em que até para entrar na piscina pega fila? Aliás, fila e férias?) E ainda mostrou que nos EUA cada vez mais elas ficam menores, há pessoas que ficam apenas 14 dias de férias! Pouco, não é? Eu ainda sonho com férias de 60 dias, ou de 20 dias a cada 6 meses! Seria o ideal.

Museu aberto Inhotim

Este fim de semana fui conhecer o Museu de Arte Contemporânea Inhotim. Um lugar maravilhoso, e longe, mas muito longe de ter um aspecto de museu. Eu, diversas vezes chamava de parque, meu irmão, visitante antigo, queria me esganar. Para quem não conhece o Inhotim é um museu aberto com diversas instalações de arte e entre elas um projeto paisagístico que simplesmente faz você esquecer que está em um museu.

Em 2010

Esse ano de 2009 foi um ano de desafios para mim, e entre eles o desafio de ter um blog. Adorei a experiência, apesar de algumas vezes ter sido puro sacrifício. É como dizia Bernard Shaw: “ou escrever é fácil ou é impossível”.

Criei este blog em julho. Depois de algumas tentativas de criar um lay out que me agradasse, meu sobrinho Vinícius, designer, me ajudou e solucionou a questão, aliás, não ficou do gosto dele, mas ficou do meu. Então comecei a escrever, precisava ter conteúdo. Coloquei textos antigos, escrevi uma pequena crônica de uma tarde numa livraria do Rio, com direito a compras de livros e um delicioso café. Estava animada, toda semana escrevia sobre um livro ou uma crônica.

Ler, isto ou aquilo? Leio o que gosto

Leio desde criança, naquela época as histórias eram escolhidos pela minha mãe, que por diversas vezes lia os livros antes e ia me “cutucando” para criar um interesse pelo livro; então partia para a leitura, dividindo com ela, comentando a história. Isso foi fundamental para a minha formação como leitora; muito mais que os livros escolares que sempre lia por obrigação e daquela época mesmo só me lembro de dois livros que realmente gostei: O Cortiço de Aluísio Azevedo e A Senhora de José de Alencar. Li não, devorei, eu devia ter uns 12 anos.

A Rede Social Skoob

Skoob: a primeira e maior rede de leitores do país. Assim se definem os criadores da rede. E vão além, ao afirmarem com um “Quem Somos? Você.”

Por que escrever cartas?

Hoje em dia que ninguém escreve mais cartas; apenas tecla, dá updates, bloga ou mais modernamente twitadas! Por que escrever cartas?

Esse hábito tão comum antes do advento do computador, tem até um ar áureo. Nossos parentes mais velhos sempre têm histórias para contar sobre a espera de uma carta, a leitura em família, em particular – ou aquela carta que nunca chegou. São famosas as cartas trocadas entre escritores, filósofos, artistas. As cartas trocadas entre Clarice Lispector e Fernando Sabino e “As cartas portuguesas”. Mas, esse hábito caiu em desuso.

Um bom lugar para ler um livro

Cada um tem o seu. Temos nosso jeito de ler: uns deitados, outros sentados em poltronas, ou de frente para o computador na nova versão e-book. Eu por exemplo gosto de ler deitada na rede, mas, há alguns meses, que leio numa cama que tenho no escritório, por motivo de uma iluminação adequada perto da rede. Por que falo isso?

Escrever e Livros para guardar

Será que José Saramago tem razão? Difícil não aceitar uma opinião assim, de um Nobel. Saramago disse há poucos meses que “A prática do blog levou muitas pessoas que antes pouco ou nada escreviam a escrever. Pena que muitas delas pensem que não vale a pena se preocupar com a qualidade do que se escreve”. Sabe que concordo, discordando.

Três dedos de prosa com Cida Gomes

Em 2008 fui Gerente de Conteúdo do site Saborearbh. E naquela ocasião produzi algumas matérias, entre elas, esta que acabou não sendo publicada. O Paulo Canarim, meu irmão conversou, com a Chef Cida Gomes, que tem um atelier culinário que leva seu nome. Descrevo agora esse bate-papo.