Escrevi esse texto hoje para ser entregue como primeiro exercício do curso Teoria, Linguagem e Crítica com PabloVillaça que começa amanhã, dia 13 de Junho. Portanto, ainda sem orientações. O objetivo era descrever o que me chamou atenção no filme com no máximo 400 palavras. E foi a primeira vez que assisti a um filme com esse foco, escrever sobre depois.
Foi solicitado por e-mail que nós da turma assistíssemos um dos filmes "Cães de Aluguel" de Quentin Tarantino, ou "Antes do Amanhecer", de Richard Linklater. Claro, que aproveitei para assistir os dois. Na verdade, foi uma boa oportunidade para rever o filme de Tarantino que já havia visto há muitos anos.
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A escolha de um objeto de pesquisa
A partir da leitura de “O sonho do cartógrafo”, de James Cowan, e após assistir ao filme “Colcha de Retalhos”, dirigido por Jocelyn Moorhouse, foi possível identificar e analisar as etapas que compõem uma pesquisa, e principalmente como se delimita a escolha de um objeto de pesquisa, mesmo com inúmeros assuntos relevantes que nos rodeiam na Era da Informação.
10 anos para frente é muito, para trás pode aparecer como se tivesse sido ontem
Tempo é algo bem subjetivo. E essa noção subjetiva do tempo clareou com a leitura de uma crônica esta semana. Leio desordenadamente, abro em alguma página e leio a crônica, sem compromisso de ordem. Falo do livro “As cem melhores crônicas brasileiras”, organizado por Joaquim Ferreira dos Santos. Mas leia imediatamente a introdução feita por Joaquim F. Dos Santos. Uma verdadeira aula.
A Viúva Clicquot e as probabilidades de Mlodino
Qual a probabilidade de uma mulher viúva, mãe de uma filha em período de guerra torna-se uma empresária de sucesso?
Com o livro “O Andar do Bêbado” de Leonard Mlodino descobri como o acaso pode influenciar nossas vidas. O livro apresenta diversas teorias sobre o estudo da probabilidade e estatísticas - não vou me aprofundar neste tema completamente fora de meu alcance. As histórias e casos apresentados por Mlodino são bem curiosos e nos dá uma aula de história da estatística e da matemática. Com um texto leve e exemplos que nos fazem entender os cálculos o autor nos faz perceber que nem sempre o que parece óbvio é certo. E com explicações matemáticas nos motiva a não desistir, e prova com seus cálculos que o sucesso está muito mais para a persistência que para habilidades específicas.
Com o livro “O Andar do Bêbado” de Leonard Mlodino descobri como o acaso pode influenciar nossas vidas. O livro apresenta diversas teorias sobre o estudo da probabilidade e estatísticas - não vou me aprofundar neste tema completamente fora de meu alcance. As histórias e casos apresentados por Mlodino são bem curiosos e nos dá uma aula de história da estatística e da matemática. Com um texto leve e exemplos que nos fazem entender os cálculos o autor nos faz perceber que nem sempre o que parece óbvio é certo. E com explicações matemáticas nos motiva a não desistir, e prova com seus cálculos que o sucesso está muito mais para a persistência que para habilidades específicas.
Sobre Ouvir Estrelas
Noite de lua cheia e vários comentários no twitter exaltando sua beleza. As frases no twitter sobre a lua me trazem a lembrança do livro Ouvir Estrelas, de Mariza Gualano que li há alguns anos. É uma delícia de ler! Mariza fez uma interessante pesquisa e apresenta as melhores frases do cinema. São diálogos engraçados, alguns absurdos e muitos clássicos do cinema. Sobre Por que ela pode
O livro Por que ela pode, apresenta o dia-a-dia do mercado editorial. Confesso que me interessei justamente por isso, nunca havia lido nada a respeito.A personagem Claira Truman leva uma vida rotineira: não consegue lançar um escritor que realmente desponte e a vida pessoal também não é nada estimulante. E simplesmente tudo muda da noite para o dia. Troca de emprego, vai para uma editora super reconhecida ser asssitente da pessoa mais conceituada e polêmica do setor e arranja um partidão!
Sobre O Diário de Bernardina
O texto que é apresentado na forma de diário está longe de ter uma conotação romanceada da história o que torna a leitura pouco interessante, pelo menos, para mim. A dificuldade está no modelo diário. Gosto muito de ler livros históricos, principalmente os narrados por jornalistas como Ruy Castro e Fernando Morais. Talvez por isso, não tenha me adaptado a esse estilo.
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