Recebi esse e-mail de uma amiga bacharel em direito que trabalha em área jurídica, que cansada de receber aquele e-mail sobre a portaria 48 sobre os benefícios aos presidiários, resolveu responder e explicar a lei. Segue o texto na íntegra. Em verde são os comentários de quem conhece de fato a lei.
--------------
Já recebi este e-mail milhares de vezes e preferi ignorar porque sei que é impossível "mergulhar neste pântano" que é a internet, mas estou tão saturada destas mensagens com conteúdo raso e hipócrita que resolvi intervir desta vez. Percebo que quem escreveu não seu deu ao trabalho de verificar as informações, por isto faço a seguir minhas observações (texto na cor verde) transcrevendo as regras básicas sobre o auxílio-reclusão (estão facilmente acessíveis no site do Ministério da Previdência Social: http://www.previdenciasocial.gov.br). Não custa ressaltar também que a Previdência Social é um seguro social para a pessoa que contribui.
Mostrando postagens com marcador compartilhar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador compartilhar. Mostrar todas as postagens
A escolha de um objeto de pesquisa
A partir da leitura de “O sonho do cartógrafo”, de James Cowan, e após assistir ao filme “Colcha de Retalhos”, dirigido por Jocelyn Moorhouse, foi possível identificar e analisar as etapas que compõem uma pesquisa, e principalmente como se delimita a escolha de um objeto de pesquisa, mesmo com inúmeros assuntos relevantes que nos rodeiam na Era da Informação.
Palestra Presença Digital
Tem uma frase de Cora Coralina "Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina" que tive a oportunidade de sentir na prática. Como é gratificante você compartilhar um conhecimento e perceber que faz surgir numa pessoa com experiência tão diferente da sua o desejo de buscar novas informações, de ir além daquilo que propomos. Hoje percebi que ensinar é tão prazeroso e que é um caminho que desejo trilhar.
10 anos para frente é muito, para trás pode aparecer como se tivesse sido ontem
Tempo é algo bem subjetivo. E essa noção subjetiva do tempo clareou com a leitura de uma crônica esta semana. Leio desordenadamente, abro em alguma página e leio a crônica, sem compromisso de ordem. Falo do livro “As cem melhores crônicas brasileiras”, organizado por Joaquim Ferreira dos Santos. Mas leia imediatamente a introdução feita por Joaquim F. Dos Santos. Uma verdadeira aula.
Alice no mundo 2.0
Assisti ao filme Alice no país das maravilhas. Gostei do filme, apesar de não ser o meu estilo e como não era em 3D perdi toda a bela impressão que o filme causa nas pessoas. Mas, fui assitir por outro motivo, queria ver a mensagem enviada. Fui mesmo depois de no twitter ver os comentários de @vanessa_aguiar, @camilaLeporace e @leobragança: Alice é 2.0. Como? Vou assistir esse filme para entender esses comentários!
Eu participei do Seminário Planejando o Savassi Festival
Moro há cerca de 6 meses em BH e ainda estou me ambientando na cidade, buscando conhecer novas pessoas e fazer contato. Pela newsletter do Café com Letras, um bar, livraria, casa de sohws de jazz muito legal, fiquei sabendo do Seminário Planejando o Savassi Festival. Não sabia o que ia encontrar, se estaria apta a acompanhar a discussão, mas mesmo assim me escrevi. Já trabalhei há muitos anos com produção teatral, vídeo-clips, comerciais de tv. Seria bom para uma atualização e conhecer o mercado mineiro.
4 anos de twitter!
Você pode fazer do jeito que quiser! Era o que mais ouvia no twitter como ser a maneira correta de utilizá-lo.
Há 2 anos navego na internet com muita mais regularidade; conheci o twitter, o facebook, o overmundo, plurk, Y!Meme, Plaxo e muito outros sites. E principalmente, tive a oportunidade de conhecer, algumas - apenas que pela rede - pessoas muito interessantes.
Em 2010
Esse ano de 2009 foi um ano de desafios para mim, e entre eles o desafio de ter um blog. Adorei a experiência, apesar de algumas vezes ter sido puro sacrifício. É como dizia Bernard Shaw: “ou escrever é fácil ou é impossível”.
Criei este blog em julho. Depois de algumas tentativas de criar um lay out que me agradasse, meu sobrinho Vinícius, designer, me ajudou e solucionou a questão, aliás, não ficou do gosto dele, mas ficou do meu. Então comecei a escrever, precisava ter conteúdo. Coloquei textos antigos, escrevi uma pequena crônica de uma tarde numa livraria do Rio, com direito a compras de livros e um delicioso café. Estava animada, toda semana escrevia sobre um livro ou uma crônica.
Criei este blog em julho. Depois de algumas tentativas de criar um lay out que me agradasse, meu sobrinho Vinícius, designer, me ajudou e solucionou a questão, aliás, não ficou do gosto dele, mas ficou do meu. Então comecei a escrever, precisava ter conteúdo. Coloquei textos antigos, escrevi uma pequena crônica de uma tarde numa livraria do Rio, com direito a compras de livros e um delicioso café. Estava animada, toda semana escrevia sobre um livro ou uma crônica.
Escrever e Livros para guardar
Será que José Saramago tem razão? Difícil não aceitar uma opinião assim, de um Nobel. Saramago disse há poucos meses que “A prática do blog levou muitas pessoas que antes pouco ou nada escreviam a escrever. Pena que muitas delas pensem que não vale a pena se preocupar com a qualidade do que se escreve”. Sabe que concordo, discordando.
Leitura: Desafio para uns e ilusão para outros
O verdadeiro analfabeto é aquele que aprendeu a ler e não lê. Mário Quintana.
Motivada pela Campanha Desafio 50 livros em 2009 (saiba mais no blog da Nélida Capela, Lector in Fabula fui pesquisar sobre o hábito de leitura no país. Sabemos que ler 50 livros em 1 ano mais que um desafio para poucos(eu não consigo), é uma total ilusão para a maioria dos brasileiros.
Motivada pela Campanha Desafio 50 livros em 2009 (saiba mais no blog da Nélida Capela, Lector in Fabula fui pesquisar sobre o hábito de leitura no país. Sabemos que ler 50 livros em 1 ano mais que um desafio para poucos(eu não consigo), é uma total ilusão para a maioria dos brasileiros.
Assinar:
Postagens (Atom)


